segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Reunião Publica (314) - O Livro dos Espíritos

Ano X - 18/09/2016
DA VOLTA DO ESPÍRITO À VIDA CORPORAL

CAPÍTULO VIII
DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA

407. É necessário o sono completo para a emancipação do Espírito?
“Não; basta que os sentidos entrem em torpor para que o Espírito recobre a sua liberdade. Para se emancipar, ele se aproveita de todos os instantes de trégua que o corpo lhe concede. Desde que haja prostração das forças vitais, o Espírito se desprende, tornando-se tanto mais livre, quanto mais fraco for o corpo.” Assim se explica que imagens idênticas às que vemos, em sonho, vemos estando apenas meio dormindo, ou em simples modorra.

408. E qual a razão de ouvirmos, algumas vezes em nós mesmos, palavras
pronunciadas distintamente e que nenhum nexo têm com o que nos preocupa?
“É fato: ouvis até mesmo frases inteiras, principalmente quando os sentidos
começam a entorpecer-se. É quase sempre, fraco eco do que diz um Espírito que convosco
se quer comunicar.”

409. Doutras vezes, num estado que ainda não é bem o do adormecimento, estando
com os olhos fechados, vemos imagens distintas, figuras cujas mínimas particularidades
percebemos. Que há aí, efeito de visão ou de imaginação?
“Estando entorpecido o corpo, o Espírito trata de desprender-se. Transporta-se e vê.
Se já fosse completo o sono, haveria sonho.”

Reunião Publica (314) - O Evangelho Segundo o Espiritismo

Ano X - 18/09/2016

Capítulo I - NÃO VIM DESTRUIR A LEI

As três revelações: Moisés, Cristo, Espiritismo. Aliança da Ciência e da Religião. - Instruções dos Espíritos: A nova era.
1. Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas: não os vim destruir, mas cumpri-los:
- porquanto, em verdade vos digo que o céu e a Terra não passarão, sem que tudo o que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único iota e um único ponto.
(S. MATEUS, cap. V, vv. 17 e 18.)

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Reunião Publica (313) - O Evangelho Segundo o Espiritismo

Ano X - 11/09/2016

INTRODUCAO

IV - SÓCRATES E PLATÃO, PRECURSORES DA IDÉIA CRISTÃ E DO
ESPIRITISMO
Do fato de haver Jesus conhecido a seita dos essênios, fora errôneo concluir-se que a sua
doutrina hauriu-a ele na dessa seita e que, se houvera vivido noutro meio, teria professado
outros princípios. As grandes idéias jamais irrompem de súbito. As que assentam sobre a
verdade sempre têm precursores que lhes preparam parcialmente os caminhos. Depois, em
chegando o tempo, envia Deus um homem com a missão de resumir, coordenar e completar
os elementos esparsos, de reuni-los em corpo de doutrina. Desse modo, não surgindo
bruscamente, a idéia, ao aparecer, encontra espíritos dispostos a aceitá-la. Tal o que se deu
com a idéia cristã, que foi pressentida muitos séculos antes de Jesus e dos essênios, tendo por
principais precursores Sócrates e Platão.
Sócrates, como o Cristo, nada escreveu, ou, pelo menos, nenhum escrito deixou. Como o
Cristo, teve a morte dos criminosos, vítima do fanatismo, por haver atacado as crenças que
encontrara e colocado a virtude real acima da hipocrisia e do simulacro das formas; por haver,
numa palavra, combatido os preconceitos religiosos. Do mesmo modo que Jesus, a quem os
fariseus acusavam de estar corrompendo o povo com os ensinamentos que lhe ministrava,
também ele foi acusado, pelos fariseus do seu tempo, visto que sempre os houve em todas as
épocas, por proclamar o dogma da unidade de Deus, da imortalidade da alma e da vida futura.
Assim como a doutrina de Jesus só a conhecemos pelo que escreveram seus discípulos, da de
Sócrates só temos conhecimento pelos escritos de seu discípulo Platão. Julgamos conveniente
resumir aqui os pontos de maior relevo, para mostrar a concordância deles com os princípios
do Cristianismo.(…)

Resumo da doutrina de Sócrates e de Platão

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Reunião Publica (312) - O Evangelho Segundo o Espiritismo

Ano X - 04/09/2016

INTRODUÇÃO

III - NOTÍCIAS HISTÓRICAS
Para bem se compreenderem algumas passagens dos Evangelhos, necessário se faz conhecer o valor de muitas palavras neles freqüentemente empregadas e que caracterizam o estado dos costumes e da sociedade judia naquela época. Já não tendo para nós o mesmo
sentido, essas palavras foram com frequência mal-interpretadas, causando isso uma espécie de incerteza. A inteligência da significação delas explica, ao demais, o verdadeiro sentido de certas máximas
que, à primeira vista, parecem singulares.
ESCRIBAS
ESSÊNIOS
FARISEUS
NAZARENOS
PORTAGEIROS
PUBLICANOS
SADUCEUS
SAMARITANOS
SINAGOGAS
TERAPEUTAS



Reunião Publica (312) - O Livro dos Espíritos

Ano X - 04/09/2016
DA VOLTA DO ESPÍRITO À VIDA CORPORAL

CAPÍTULO VIII
DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA

406. Quando em sonho vemos pessoas vivas, muito nossas conhecidas, a praticarem atos de que absolutamente não cogitam, não é isso puro efeito de imaginação?

“De que absolutamente não cogitam, dizes. Que sabes a tal respeito? Os Espíritos dessas pessoas vêm visitar o teu como o teu os vai visitar, sem que saibas sempre o em que eles pensam. Demais, não é raro atribuirdes, de acordo com o que desejais, a pessoas que conheceis, o que se deu ou se está dando em outras existências.”